Pedro Coelho

Rosa Brava, pastora de sonhos e outras histórias

          

 

Pedro Coelho, nascido em Montemor-o-Novo, em 1966, jornalista há 20 anos, passou pela Rádio Comercial e Correio da Manhã Rádio.

            Entra para a SIC em 92, onde faz reportagem, o que lhe valeu vários prémios. (O Prémio AMI e Medalha de Ouro de Direitos Humanos da Assembleia da República).

            É professor de jornalismo na Universidade Nova de Lisboa, onde completou o Mestrado. Prepara um projecto de doutoramento.

            Livros:

            A TV de Proximidade e os Novos Desafios do Espaço Público

            Em Rosa Brava, Pastora de sonhos e outras histórias, relata-nos a história da menina de 16 anos, da Serra da Estrela, a quem os pais não deixavam estudar e a prendiam ao trabalho do campo.

            Esta foi uma reportagem que perturbou Portugal, pois nesta história não há fuga possível e no entanto, Rosa desejaria partir e procurar uma nova vida para além da serra.

          Neste livro há reportagens insólitas, como esta aldeia, uma espécie de ilha isolada do mundo, onde 400 pessoas vivem mais afastadas umas das outras do que numa grande cidade.            

          Esta reportagem acabou por ter acção eficaz junto do público, como na própria família da adolescente, pois segundo notícias recentes, Rosa vai começar a estudar este ano.

 

Iria Oceano

Diogo da Gama

A Chave dos Encobertos

           

 

Dois investigadores ligados pela investigação que fizeram.

            Tudo começa com uma descoberta na Biblioteca Pública do Porto. Três jornais, de há 60 anos anunciavam, nas suas 1ªs páginas, que em certo dia do futuro se iria dar um facto de grande transcendência e de grandes consequências. O certo é que esse facto acontecera e tornara-se um acontecimento mundial.

            Dois investigadores partem em busca dos autores da profecia ou da fraude e descobrem que, afinal, a profecia já havia sido publicada 64 dias antes, em Lisboa, sob o título “135917”.

           Quem profetizou, nas páginas da Imprensa o maior evento do século? Quem o programou?

            E sobretudo porque se manteve encoberta essa profecia durante 60 anos?

            Os investigadores sabem que para decifrar o “135917” têm de procurar arquivos que existem, mas desconhecem quem detém a chave que os guarda.

           É, assim, um romance com características policiais que suscita o interesse até ao fim, em que o próprio leitor participa da investigação e da possível conclusão.  

 

João Nobre de Carvalho

O Átomo Persa

 

 

            João Nobre de Carvalho, oficial da Armada, na reforma, trabalhou no Gabinete Nacional de Segurança, órgão da Presidência do Conselho de Ministros, como assessor da Autoridade Nacional de Segurança.

            Sendo especialista em segurança industrial, neste romance, O Átomo Persa, urde uma trama original sobre os meandros da colaboração entre os Serviços de Informações e a Segurança das Empresas.

            Num cenário actual de tensão internacional, os Serviços de Informação de França, Israel e Portugal, opõem-se a acções de espionagem industrial dos Serviços Secretos persas que se desenrolam no Irão, em Israel e na Europa.

            O livro é extremamente interessante pois transporta-nos ao mundo da espionagem não só na Europa como no Médio Oriente.

 

Nei Leandro de Castro, brasileiro, nasceu em Caicó, Rio Grande do Norte, em 1945

 

 

            Foi fundador da revista Tribuna do Norte. Em 68, mudou-se de Natal para o Rio de Janeiro.

            Formou-se em Direito, mas trabalhou em publicidade.

            Tem vários livros de poesia publicados, com muitos elementos eróticos  e inspirado na cultura popular.

Do seu romance, As Pelejas de Ojurara, o homem que desafiou o diabo,

            Carlos Drummond de Andrade disse o seguinte: “O diabo do livro me prendeu e me fascinou. Sou sensível antes de tudo, à arte da escrita, e tocou-me a graça do seu estilo que torna a leitura uma festa. A gente vive o personagem, suas aventuras, seu destino. E isso é ficção da boa”.

            Ojurara, a personagem central do livro, numa tarde de Agosto na pequena cidade de Jardim das Caicós vai viver uma grande aventura e começa aí a sua saga, de homem boémio, sedutor, mulherengo e que não fugia a uma peleja. Nem mesmo com o diabo.

 

 

                                                          

                                                                                                                                  Elsa Rodrigues dos Santos