Luís Filipe Borges
O Play Boy que chora
Nas canções de amor!
Confissões e contradições do «gajo da boina», Luís Filipe Borges faz parte da nova geração de humoristas, em que o humor está carregado de uma lúcida análise dos podres e fraquezas da sociedade portuguesa e mundial.
Publicou : Sou Português e Agora?
Frases para
ter na Carteira
Manobras de
Diversão
Inimigo
Público
Foi coordenador –criativo dos programas da RTP2- « A Revolta dos Pastéis de Nata».
Neste livro, com uma apresentação original, todo a negro, com as letras em relevo, o autor consegue em textos curtos, sincopados, quase orais, sem parágrafos, em que as conexões são estabelecidas pelos seus «entretantos», transmitir-nos um olhar fresco, acutilante e irónico, de uma candura quase adolescente, sobre os vários episódios que constituem a comédia da sociedade portuguesa.
Manuel Maria Tolentino
O Livro do Filho da Puta
Inserido na nova forma de fazer comédia, este livro inicia-se com uma epígrafe de um autor anónimo:
«O verdadeiro filho da puta gostava de ser Deus, para estar isento do juízo final e para, denunciando tantos filhos da puta quanto os necessários, ter um mundo inteiro só para si.»
Uma obra que nos faz rir e reflectir que bem podia ser distribuída pelos corredores da política e do poder em Portugal, com vista à elaboração de um credível «Quem é quem?» para uso corrente e generalizado.
O nome do autor lembra duas grandes figuras da literatura portuguesa que foram exímias na arte da ironia e do humor, Manuel Maria du Bocage e Nicolau Tolentino.
É uma bela simbiose que esperemos dê frutos na arte de fazer rir e reflectir .
Teolinda Gersão
A mulher que prendeu a chuva
A conhecida escritora, autora de doze livros de ficção, traduzidos em oito línguas e com o Prémio do Romance da Associação Portuguesa de Escritores, o Prémio Fernando Namora, Prémio da Crítica da Associação Internacional dos Críticos Literários, publica agora este livro que reúne 14 contos que partem da vida quotidiana, mas que se abrem a outros mundos - oníricos, fantásticos, terríveis ou absurdos, mas que representam o mundo em que vivemos.
Júlio Conrado
Querido Traficante
(Vencedor do Prémio Virgílio Ferreira)
Júlio Conrado, além de crítico literário, é autor de três livros de contos e oito romances.
Este livro é um olhar indócil sobre as metamorfoses da vida quotidiana em Portugal, no dealbar do sec. XVI. Faz uma breve abordagem de alguns dos fenómenos sociais que traduzem o espírito do tempo.
Uma relação entre o 11 de Setembro e o roubo de um desenho de Picasso, as sequelas da descolonização e os mundos da moda e da droga são revistos numa linguagem coloquial e envolvente.
Elsa Rodrigues dos Santos